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A Ceriluz registrou importante redução na produção de energia das suas usinas, comparando os anos de 2019 e 2020. No ano passado a Cooperativa gerou 82,7 milhões de kWh, número 38,6% menor em relação aos 134,7 milhões de kWh de 2019. No comparativo anterior, no período 2018/19, as usinas tinham apresentado crescimento de 8,7% em sua produção. O fator negativo nesse ano foi o clima, com um ano bastante seco, de poucas chuvas na região, comprometendo a manutenção dos níveis dos rios. Todas as usinas da Cooperativa apresentaram queda em seus resultados.

A PCH José Barasuol, instalada no rio Ijuí, a maior usina da Cooperativa, apresentou redução de 40,47% na sua geração, totalizando 50,3 milhões de kWh em 2020, considerando a Casa de Máquinas Principal e a minicentral, enquanto que em 2019 esse número foi de 84,6 milhões de kWh.

Já a PCH RS-155, também no leito do rio Ijuí, alcançou uma produção de 21,1 milhões de kWh, 36,8% menor que os 33,3 milhões de 2019.

A CGH Nilo Bonfanti apresentou um índice de queda ainda maior, de 45,4%, mas com menor impacto. Sua produção passou dos 1,4 milhões de kWh em 2019 para 775,7 mil kWh no ano passado.

Outra usina contabilizada nesse resultado é a CGH Agudo, implantada no município Zortéa, em Santa Catarina, em parceria com investidores. Essa usina produziu um total de 8,9 milhões de kWh, menos 42,1% em relação a 2019, quando gerou 15,4 milhões de kWh.

E a novidade nesse levantamento, em relação ao ano de 2019, é a geração da PCH Ijuí Centenária, que acrescentou um total de 1,4 milhões de kWh aos números finais, gerados em um período de pouco mais de um mês. Esta usina começou a operar em testes no dia 26 de novembro de 2020, já contribuindo com o Sistema Interligado Nacional. A autorização para Operação Comercial pela Aneel, por sua vez, se deu no dia 19 de dezembro.

Para o ano de 2021, além da expectativa para um ano melhor para a geração de energia a partir de chuvas mais regulares, irão se inserir a esses números finais outras duas usinas desenvolvidas em parcerias com outras cooperativas e empresas. A PCH Forquilha IV, de 13 MW, localizada entre os municípios de Machadinho e Maximiliano de Almeida, no Rio Grande do Sul, que recebeu autorização para operação comercial no último dia 29 de janeiro e a CGH Igrejinha, de 4,85 MW, que está em fase de instalação de equipamentos e início dos testes.

O grande desafio das distribuidoras de energia em 2020 foi garantir a qualidade da energia para todas as classes, sem descuidar da segurança e da saúde de seus colaboradores e consumidores. No caso da Ceriluz, diferente do que se viu no contexto elétrico nacional, novamente ocorreu o aumento da demanda de energia por parte dos associados, apesar de algumas mudanças nas características de consumo. A Cooperativa forneceu 9,45% mais energia em relação a 2019, totalizando a distribuição de 145,3 milhões de KWh.

O índice foi puxado principalmente pela demanda da Classe Rural, que no ano que passou cresceu 22,5%, chegando aos 63,4 milhões kWh. E o crescimento dessa classe se deu principalmente pela influência de um grupo de consumo bem específico: os irrigantes. O Consumo para irrigação das culturas dobrou em relação ao ano anterior, passando dos 7,9 milhões de kWh para 16 milhões kWh, crescimento de 102,3%. Com esse resultado a Classe Rural voltou a se sobressair entre as classes consumidoras. Em 2019, a demanda da Classe Rural e da Industrial esteve muito próxima. Já em 2020 o crescimento da classe Industrial foi mais discreta, de 4,5%. As Indústrias consumiram 49,3 milhões de kWh, representando 33,9% de toda a demanda da Cooperativa enquanto a Rural foi responsável por 43,6% de todo o consumo registrado.

A Classe mais afetada pela Pandemia, com reflexos no consumo de energia, foi a Comercial. Essa, que vinha apresentando crescimentos em outros comparativos, em 2020 registrou queda de 10,05% na demanda, com consumo de 13,7 milhões de kWh, menor que os 15,2 milhões kWh de 2019. Reflexos de estabelecimentos comerciais fechados em alguns períodos e a maior permanência das pessoas em suas residências. Aliás, o consumo da Classe Residencial apresentou crescimento de 2,26%. Quem também apresentou redução de demanda foram os órgãos e serviços públicos, de 9,07%, em média.

Esse resultado médio positivo não é exclusividade da Ceriluz, mas retrata o trabalho das demais cooperativas gaúchas. Um levantamento feito pela Federação das Cooperativas de Infraestrutura do RS (FECOERGS) registrou aumento de 8,4% no fornecimento de energia por parte de suas filiadas. Igualmente, destaque para o crescimento do consumo das classes Rural (15,3%), Residencial (8,9%) e Industrial (3,9%). A Classe Comercial também no cenário estadual apresentou retração de 6,2% em seu consumo de energia.

A autorização para operar foi concedida pela agência reguladora após a conclusão da subestação seccionadora, também construída no município de Maximiliano de Almeida, que faz a conexão da PCH ao Sistema Interligado Nacional. O presidente da Ceriluz, Iloir de Pauli, comemora essa conquista. “É mais um importante empreendimento em geração de energia, viabilizado por meio de parcerias com outras cooperativas e o setor privado. Demonstra a força que tem a Cooperação para o desenvolvimento do Estado e do País”, afirma. O presidente lembra que é a segunda usina com participação da Ceriluz a entrar em operação em um período de pouco mais de um mês. No dia 19 de dezembro de 2020 a Aneel também publicou no Diário Oficial da União a autorização para operação comercial da PCH Ijuí Centenária, de 7,9 MW, construída em Ijuí, cujo capital é 100% da Ceriluz. “Essas obras representam nossa capacidade de planejarmos e executarmos grandes projetos de geração na busca pela ampliação das receitas, que retornam aos associados na forma de qualidade de energia e valores justos”, avalia. Outra usina cuja obra se encontra em fase final é a CGH Igrejinha, em construção no município de Boa Vista do Cadeado, em parceria com a Coprel, de Ibirubá. A usina já possui licença para operação em teste e deve ser finalizada ainda no primeiro semestre de 2021.

A PCH Forquilha IV teve início em 2018, estendendo-se por período de dois anos. No ano de 2017 o empreendimento foi um dos vencedores do leilão de energia A-6 realizado pelo governo federal, com entrega prevista para 2023, por um período de 30 anos.  A PCH teve um investimento aproximado de R$ 78 milhões.

 

 

Usina em números

  • Investimento - R$ 78 milhões
  • Barramento - 282 metros de comprimento e 6 metros de altura;
  • Lago - 41 hectares;
  • Canal de adução - 539 metros de extensão;
  • Potência instalada -13 MW;
  • Três turbinas Kaplan - 4.351 kW cada;
  • Três geradores - 4.850 kVA;
  • Uma subestação elevadora de tensão para 69 kV;
  • Linha de transmissão - 8,7 quilômetros;
  • 250 empregos diretos e indiretos gerados durante a construção.

Subestação seccionadora

  • Investimento R$ 7 milhões;
  • Área 4.255 m² - com capacidade para ampliação;

Em tempos de pandemia e de necessidade de cuidados com a própria saúde e a dos outros, todas as atividades presenciais que gerem aglomerações não são recomendadas e devem ser evitadas. Com a intenção de facilitar ainda mais essa comunicação e aproximar-se do associado, a Ceriluz apresenta novas ferramentas de atendimento, ampliando sua atuação por aplicativos e redes sociais. A partir de agora o associado pode contatar a Ceriluz também pelo WhatsApp (3331 9101), Telegram (Ceriluz),  Facebook Messenger (Ceriluz) e por Instagram Direct (grupoceriluz).

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O título desse texto parece um tanto contraditório considerando todas as dificuldades enfrentadas. Acompanhamos a evolução da Pandemia no Brasil e no mundo e as dúvidas e medos que ela trouxe. Porém, avaliando o trabalho realizado aqui na Ceriluz o ano pode ser avaliado como bom, considerando, claro, que poderia ter sido ótimo. É inegável que toda essa situação trouxe transtornos e exigiu que nos adaptássemos a essa nova realidade. Nós e o mundo.

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A Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Ijuí Centenária já está pronta e gerando energia elétrica. A usina, construída no leito do rio Potiribú, em Ijuí, recebeu da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) a Licença para Operação Comercial que permite a venda da energia que já estava sendo gerada - desde o dia 26 de novembro, quando saiu a autorização para a geração em teste - no mercado. O despacho número 3.600, publicado no Diário Oficial da União (DOU) no dia 21 de dezembro, informa que o Superintendente de Fiscalização dos Serviços de Geração da ANEEL, Gentil Nogueira de Sá Júnior, "decide liberar as unidades geradoras UG1 e UG2, de 3.950 kW cada, totalizando 7.900 kW de capacidade instalada, da PCH Sede II [...] localizada no município de Ijuí, estado de Rio Grande do Sul, de titularidade da empresa Ijuí Centenária Geração SPE Ltda., para início da operação comercial a partir de 19 de dezembro de 2020". Antes, no dia no dia 25 de novembro já havia sido emitida a Licença de Operação pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental – FEPAM, certificando que o empreendedor havia o cumprido com todos os parâmetros ambientais.

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