Após as Assembleias Gerais Ordinárias (AGOs) realizadas no dia 23 de janeiro, que elegeram as diretorias das cooperativas do Grupo Ceriluz, os presidentes Valmir Elton Seifert (Ceriluz Geração) e Guilherme Schmidt de Pauli (Ceriluz Distribuição) participaram do Informativo Ceriluz, onde apresentaram o planejamento estratégico para o novo ciclo de gestão (2026/30).
As assembleias apresentaram números importantes aos associados participantes, como um faturamento de R$ 229 milhões e resultado líquido de R$ 9 milhões, aproximados, no exercício 2025, somadas as duas cooperativas. Este desempenho financeiro foi acompanhado por um forte respaldo social duramente a eleição das diretorias. Na Ceriluz Distribuição, a chapa única foi eleita com 99,3% de aprovação em urnas espalhadas por toda a área de atuação. Já na Ceriluz Geração, a eleição ocorreu por aclamação durante a assembleia no auditório da cooperativa, consolidando o desejo dos associados pela continuidade e segurança administrativa.
Eficiência operacional na geração das usinas
Na Ceriluz Geração, após o ciclo de grandes investimentos, o mais recente a PCH Linha Onze Oeste, finalizada em 2025, o foco agora se volta à manutenção das usinas já em operação para garantir sua capacidade máxima, segundo o presidente Valmir Elton Seifert. Prova disso é a destinação de R$ 2,6 milhões das sobras para a conservação da infraestrutura geradora. "Viemos de grandes obras e agora é o momento de estabilizar e colocar a casa em dia. O associado quer ver o retorno das usinas em benefícios diretos, e isso passa por uma operação eficiente", pontuou Seifert. Um exemplo imediato dessa estratégia será o trabalho de mergulhadores especializados que farão a limpeza de grades e túneis das PCHs José Barasuol e RS-155, visando recuperar perdas de geração causadas por detritos trazidos pelo rio Ijuí.
Infraestrutura de distribuição e tarifas competitivas
Pela Ceriluz Distribuição, o marco de 2026 será a conclusão da Subestação Ceriluz IV, que atenderá a região Sul. Guilherme Schmidt de Pauli ressaltou que esses ativos são fundamentais para a modicidade tarifária. "Investir em infraestrutura qualificada permite que a Aneel reconheça esses ativos, o que reduz a tarifa final [...] Hoje, temos a segunda menor tarifa do Estado e a quarta menor do Brasil", explicou Guilherme. O presidente também assegurou a continuidade da modernização das redes para que o associado tenha energia de qualidade para crescer em sua propriedade ou empresa.
Durante a entrevista os presidentes eleitos também expressaram profunda gratidão aos associados que participaram das assembleias e renovaram o voto de confiança para o próximo quadriênio. Eles enfatizaram que o sucesso da Ceriluz é um esforço coletivo, valorizando o papel fundamental do quadro de conselheiros e dos colaboradores.
Ouça o programa completo AQUI.
