COMITIVA DA ACI VISITA OBRA DA USINA RS-155

DSC 7571Um grupo de empresários membros da diretoria da Associação Comercial e Industrial de Ijuí (ACI), liderados pelo presidente da entidade, Walter Joel de Moura, visitou no dia 31 de março a infraestrutura física da Usina RS 155, obra da Ceriluz que está em fase de conclusão no município. O grupo teve a oportunidade de conhecer todo o canteiro de obras: barragem, minicentral, túnel adutor e a casa de máquinas.

A construção foi apresentada pelo presidente da Ceriluz Geração, Iloir de Pauli, acompanhado pelo engenheiro civil Daniel Bittencourt. O presidente, além de explicar as questões técnicas referentes à obra, também tratou de temas como o mercado energético e a realidade local quanto ao abastecimento de energia, preocupação constante do setor comercial e industrial. “A expectativa é que ainda esse ano o fornecimento de energia na região esteja em equilíbrio, mesmo com o aumento da demanda, graças às obras que estão ocorrendo neste setor, como a usina da Ceriluz e a nova subestação em Ijuí, instalada por um consórcio de empresas, entre elas a Cooperativa”, afirmou.

Entre as novidades que puderam ser presenciadas pelos visitantes estava a primeira turbina da casa de máquinas, já instalada no local e que agora aguarda o seu gerador e o mancal escora, peça responsável pela sua fixação. “A partir desta visita podemos dimensionar o quanto o município de Ijuí está ganhando, não só no desenvolvimento econômico, mas também em ter a Ceriluz como organização ativa no município”, afirma Walter Joel de Moura. Ele reforçou que a obra da Cooperativa vai ajudar a consolidar o sistema elétrico local. “O município de Ijuí vai, em um curto prazo, superar a grande deficiência que nós temos até hoje no fornecimento de energia elétrica”, conclui.

A usina será composta pela casa de máquinas principal, onde haverá duas turbinas, cada uma com uma potência instalada de 3 MW e também pela minicentral, unidade secundária fixada à barragem, com uma turbina cuja capacidade instalada é de 321 kW. Além da montagem da primeira turbina, seguem intensos os trabalhos de construção da minicentral e de instalação das comportas, cujas conclusões permitirão o início do enchimento do lago, assim que o nível do rio subir.