CERILUZ APRESENTA NOVO CRESCIMENTO NA DEMANDA DE ENERGIA, EM 2018

DSC 0119 siteA Ceriluz apresentou crescimento de 5,85% na distribuição de energia no ano de 2018, quando comparada ao ano de 2017. No total a Ceriluz forneceu 128,7 milhões de quilowatts/hora (kW/h) no ano passado, frente a 121,6 milhões de kW/h no ano anterior. Em termos de representatividade, a Classe que mais exigiu energia da Cooperativa foi a Rural, que alcançou um consumo total de 54,8 milhões de kWh, número que é 6,98% superior ao do ano anterior. Atrás dela está a Classe Industrial, com 45,9 milhões de kWh, mas que apresentou um crescimento mais discreto, de 0,66%. Em termos percentuais, o maior crescimento se deu na Classe Comercial, com 15,83%. Contudo sua demanda foi mais discreta, de 14,4 milhões kWh, frente aos 12,4 milhões de kWh de 2017.

Dentro da Classe Rural, também chama a atenção o crescimento da demanda de energia por parte dos consumidores Irrigantes Grupo A, que apresentaram aumento de 33,5% da necessidade de energia. Passaram de 5,7 milhões de kWh para 7,7 milhões kWh em 2018, superando, sozinhos, o consumo de classes inteiras, como a Classe de Serviços Públicos e Residencial.

O resultado da energia distribuída no ano de 2018 foi o maior já registrado pela Ceriluz ao longo de sua história. O recorde anterior havia sido o consumo registrado em 2017. Inclusive, o crescimento vem sendo quase que constante. A única exceção havia sido o ano de 2015, em relação ao ano de 2014, quando ocorreu uma queda de 3,2% na demanda por energia. Nos demais o crescimento sempre foi positivo. Nos últimos dez anos, a Ceriluz registrou um crescimento de 64,14% na demanda por energia, passando de 78,4 milhões de kWh, em 2008, para os atuais 128,1 milhões kWh.

Geração de Energia - O ano de 2018 foi considerando positivo também para a geração de energia, mesmo que não tenham sido alcançados os resultados do ano de 2017. A Cooperativa apresentou queda de 10,4% na geração de energia, alcançando um total de 123,9 milhões de kWh, em 2018, menos que os 138,3 milhões de kWh de 2017. Esse resultado foi reflexo da redução dos níveis dos rios que abastecem as usinas da Cooperativa, devidos aos índices pluviométricos, também inferiores que os anteriores.